Para pensar


Ações da PF dividem opiniões
Junho 27, 2007, 12:18 am
Arquivado em: Jornalismo, Polícia

As operações da Polícia Federal (PF) têm conquistado muitos espaços nos veículos de comunicação. Esta exposição de informações, muitas delas confidenciais, têm irritado alguns jornalistas. Segundo eles, a instituição privilegia muito a Rede Globo de Televisão, passando a elas imagens exclusivas, ou pautando apenas a emissora, ao invés de chamar outros veículos. Universitários e jornalistas têm opinião dividida em relação à cobertura da mídia nestas ações.

O jornalista e presidente da Associação Canoense de Comunicação Social, Túlio Moreira, não concorda com a maneira que as investigações estão sendo tratadas. Considera que a vida particular dos investigados acaba sendo exposta. “O trabalho da Polícia Federal não é conclusivo e isso pode colocar pessoas inocentes em situação irremediavelmente danosa”, aponta Moreira. Ele vai além e cita que as pautas e as imagens exclusivas das operações da PF são passadas somente para Rede Globo, o que já causou desconforto para outras emissoras de televisão, como Record, e também na Rádio Band News FM, segundo comentário do âncora Ricardo Boechat. O jornalista considera a atitude como antidemocrática.

Para a estudante do 1º semestre do curso de Jornalismo, Sabrina Cunha, as ações são positivas. Ela desta que se abastece de apenas uma fonte de informação, a Rádio Band News FM. “Acho quer a cobertura está boa”, resume Sabrina.

A estudante de do 7º semestre de Administração, Patrícia Silveira, acredita que a PF pode fazer mais. Para ela, somente quando a “coisa está feia”, o trabalho é bem executado. “Quando a mídia cai em cima deles cobrando uma solução, em pouco tempo eles conseguem prender ou descobrir grandes fraudes. Quando eles querem realmente fazer um bom trabalho, eles fazem.”, opina Patrícia.

Já o estudante de Jornalismo do 6º semestre, Fábio Araújo, considera importante a divulgação da imprensa. Ele destaca o dever de as operações ganharem o conhecimento da população, especialmente quando envolve o dinheiro público. No entanto, Araújo defende que o nome dos envolvidos seja preservado.



Inclusão digital ajuda no desempenho escolar
Junho 5, 2007, 11:32 pm
Arquivado em: Educação, Uncategorized

Os alunos das escolas da rede pública de Canoas têm contato com o mundo da informática. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, todas as escolas possuem laboratórios com computadores. As escolas estaduais, de acordo com a 27ª Coordenadoria Regional de Educação (27ª CRE) também possuem laboratórios disponíveis aos alunos, mas não em sua totalidade: cerca de 70% das instituições têm salas para aprendizado de informática.  Implantado em 2001 nas 42 escolas da rede municipal de Canoas, o projeto Semear oportuniza que 29 mil alunos tenham acesso a microcomputadores, softwares, impressora e Internet. Os professores, segundo a Secretaria Municipal da Educação e Cultura (Smec) recebem treinamento continuado. A partir deste ano, a Smec passou a disponibilizar aos professores de Ensino Fundamental o curso de pós-graduação em Informática na Educação, no Unilasalle. 

Os softwares utilizados são educativos e viabilizam o trabalho pedagógico dos professores em sala de aula, segundo informou a Secretaria através de nota. Os programas permitem o acesso às disciplinas trabalhadas, a novos exercícios e propostas construídas pelos próprios professores.



Contato desde a pré-escola
Junho 5, 2007, 11:26 pm
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Na Escola Municipal Barão de Mauá, as aulas acontecem nos turnos da manhã e da tarde. Conforme a professora Maria Simone Silveira Fonseca, responsável pelas aulas de informática, os pequenos tem contato com os computadores desde a pré-escola e podem usar as máquinas até mesmo depois de trocarem de Escola. Ela conta que o horário do recreio também é usado para alunos usarem os micros.  Contrariando o que diz a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Canoas, na Barão de Mauá, os estudantes não têm acesso à Internet. Maria Simone conta que a Escola estuda uma possibilidade de implantar a rede. 

Durante as aulas, as crianças trabalham em duplas. Ela avalia o projeto como positivo. “Eles aprendem mais rápido usando o computador”, destaca a professora. Para ela, o laboratório é um suporte pedagógico para todas as disciplinas.. “É um facilitador do processo de ensino”, complementa.



Convergências de mídias
Abril 26, 2007, 6:54 pm
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clic.jpgA Internet, em termos de jornalismo, não é apenas uma nova mídia, que serve para dar as informações com instantaneidade e com uma gama quase que infinita de conteúdo.

Este meio não agrega apenas as informações em forma de texto, como em jornais, revistas e livros. É um ponto de convergência com todas as outras formas de fazer jornalismo. Televisão, rádio e os já citados jornais podem estar juntos, num mesmo portal, como no Clic RBS.No site de jornalismo online do grupo RBS, o conteúdo das emissoras de TV e rádio da rede são colocados à disposição dos usuários, mas não para downloads. É o caso de entrevistas com políticos, jogadores e treinadores de futebol, declarações polêmicas e o que for viável, através da política editorial do grupo. A reprodução dos gols, assim como entrevistas e matérias especiais das televisões do grupo também vão para o ar.



Áudio nas ondas da Internet
Abril 24, 2007, 11:20 pm
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Uma não tão nova, mas agradável ferramenta de produção de conteúdo na Internet são os podcasts, arquivos de áudio que podem ser escutados ou baixados por qualquer usuário que tenha um computador com placa de áudio e conexão com a Internet. Segundo Ana Carmen Foschini, autora do livro virtual “Conquiste a Rede – Podcast”, a nomenclatura desta ferramenta nada mais é do que uma fusão das palavras iPod, o tocador de arquivos digitais de áudio da Apple, e broadcast, que significa transmissão em inglês.

Ela destaca que o processo de criação não chega a ser tão simples como a edição de um blog ou de um flog. A tendência é que os podcasts, em pouco tempo, se tornem uma ferramenta que ganharão mais espaço na rede. “Antes de aventurar-se a produzir um podcast, é bom conhecer alguns conceitos básicos e saber mais sobre este cenário da comunicação profundamente alterado pelas novas tecnologias. Entender melhor a paisagem na qual vai tocar. Ler sobre a criação de um bom programa. Familiarizar-se com questões técnicas, algumas um tanto quanto complexas, como o RSS. É importante compreender como esse arquivo espalha o podcast pela rede. Arquivos digitais de áudio têm um jeito peculiar de caminhar pela internet”, aponta a autora na obra.

Um podcast pode ser criado por grandes redes de comunicação, como a BBC, empresas que queiram divulgar produtos ou, simplesmente – e o que é a maioria dos casos – por estudantes de comunicação ou jornalistas que buscam divulgar e difundir seus conhecimentos, seja eles através de programas de notícias, segmentados ou musicais. E o melhor de tudo para quem quer ter sua produção de áudio publicada na Internet é que os serviços são gratuitos.

Dois exemplos desta ferramenta áudio na rede são de estudantes de Jornalismo da Unisinos. Jeison Karnal, publica com freqüência programas informativos e culturais no seu podcast. Às vezes, programas estouram o limite de espaço dos servidores na rede. A opção é os editores publicarem os programas em partes ou capítulos. Leandro Luz também publica em seu podcast programas informativos, além de documentários. Ele faz de seu podcast uma versão virtual do programa de rádio semanal que tem em uma emissora comunitária de Canoas.

Softwares gratuitos de edição de áudio, como o Audacity, têm todos os recursos necessários para que um programa seja colocado no ar, inclusive com a inserção de trilhas. Ana Carmen alerta para cuidados com direitos autorais. Segundo ela, as músicas na rede também são protegidas por direitos, como nas que são gravadas em CDs.



Curtindo as mordomias da Web 2.0
Abril 10, 2007, 4:39 pm
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O termo Web 2.0, segundo Tim O’Reilly, pode ser aplicado a uma estratégia de marketing. Mas na verdade podemos observar uma evolução em termos de conteúdo e serviços disponíveis na rede, de anos para cá. Estas mudanças, ou evoluções, são notáveis. Podem vir desde a nova forma de publicidade, através de links patrocinados, e não mais – apesar de ainda vermos muitos – banners chatos e piscantes. A interatividade, o controle do próprio usuário sobre o conteúdo produzido, seja ele através de texto, áudio, vídeo ou animações, é umas das tendências que já tiveram início com a Web 2.0.

Os exemplos estão bem na nossa frente e os usuários, na maioria das vezes, não se dão conta. Na publicidade, o Google AdSense, tem gerado receita para grandes organizações que dispõe de espaço na rede, como para simples blogueiros. No quesito conhecimento, há o Wikipédia. Tem também os serviços de e-mail que fornecem até 2 gigas de espaço, algo inimaginável a cera de três anos. E agora o Yahoo promete, em pouco tempo, lançar um serviço de e-mail sem limite de espaço.

BLOGS E PODCASTS
Hoje, podemos dizer que estas páginas pessoais – prefiro esse termo do que “diários virtuais”, os blogs, se encaixam perfeitamente no conceito de Web 2.0, devido a facilidade que se tem para trabalhar, com um sistema simplificado e que não requer conhecimentos específicos em programas, softwares ou linguagens, como HTML ou Javascript. E o que é melhor: sem custo aos usuários. É o caso dos provedores de hospedagem WordPress e Blogspot, este último mais um de um vasto leque de serviços gratuitos da Google. Na base do “clique a arraste” a página pode ter a cara de seu dono.

E os serviços disponíveis e qualificados, em termos de informação, não se resumem a texto, no caso dos blogs, ou vídeos, como o YouTube. Hoje, todo mundo pode, ou ter sua rádio pessoal, ou um canal onde se coloca a disposição de diversos usuários da rede, programas dos mais diversos segmentos, seja de entretenimento ou jornalísticos. Trata-se dos podcasts. Através destes espaços, o conceito de áudio tem grande difusão no mundo virtual, ou seria mundo real, tendo em vista o grande número de usuários que chega a superar o total de ouvintes de muitas emissoras de rádio? Programas de edição de áudio, como o Audacity, do tipo freeware, ajudam a difundir a cibercultura.



Internet democratiza a cultura
Março 21, 2007, 8:00 pm
Arquivado em: Web

A Cibercultura é, de acordo com a Wikipédia, o espaço de comunicação mais flexível aos encontrados em outras mídias. Com a Internet ocupando os espaços das chamadas mídias tradicionais, seja através do YouTube, Podcast ou blogs, a tendência é que músicas, livros e filmes sejam produzidos em grande escala para a rede.

No Brasil, a distribuição de músicas através do compartilhamento de arquivos atrai muitos internautas. Programas como Emule, Kazaa e Shereaza são ilegais e seus usuários estão sujeitos a penas. Mas a situação está mudando. Um exemplo é a gravadora Free Records, que não apenas lançará seus artistas no formato mp3, mas também fará isso totalmente de graça, concedendo licenças públicas aos internautas. Com isso, os usuários poderão baixar livremente o conteúdo da gravadora, fazer cópias, transferir, e usá-lo para qualquer fim, desde não seja comercial.

Na literatura não é diferente. Os e-books, livros em formato digital que podem ser lidos em computadores, MP3 players e telefones celulares, estão se expandindo, mas ainda não são uma ameaça ao livro tradicional. Mas os livros em formatos digitais também precisam desta licença.

O Ciberespaço também retrata o cinema. Assim como na música, produções podem ser baixadas pelos compartilhadores de arquivos. Óbvio que de forma ilegal. As licenças para produções na Internet também podem ser adquiridas, mas nem todos os cineastas que produzem conteúdo para a rede sabem disso q acabam disponibilizando suas produções nos Emules da vida. Enquanto isso, o YouTube serve de vitrine para novas produções, como esta que retrata o ambiente cibercultural.

 



Quem sou…
Março 6, 2007, 11:53 pm
Arquivado em: Pessoal

Meu nome é Leandro Luz, sou estudante do 7º semestre de Jornalismo, mas já atuo na área há cerca de quatro anos. Sou radialista, blogueiro. Adoro bons livros, cinema e escrever. Colorado fanático.Trabalho como editor do Jornal Correio de Notícias e como apresentador do Programa Tempos Perdidos na Rádio Fátima FM, uma emissora comunitária em Canoas. Espero adquirir mais conhecimentos para poder aplicar no portal do jornal onde trabalho.

Como colorado fanático, não poderia deixar de mostrar esse video, gravado na chegada do Campeão do Mundo em Canoas